What makes a hero? – Matthew Winkler
Transformando um assalto em propaganda
Ação muito legal aqui do Brasil para a marca de moda Reverva. As imagens do vídeo são de assalto ocorrido em dezembro do ano passado.
”Eles roubaram a minha roupa e a gente roubou a imagem deles. Tomara que eles fiquem chateados e venham reclamar” Rony Meisler - fundador e diretor executivo da marca.
Muito legal esse tipo de ação que transforma um problema em solução e mensagem. Segundo a Reserva, o vídeo foi feito exclusivamente para internet e não estão previstas outras ações de mídia com a utilização das imagens do assalto.
Mais sobre o case no site da Globo
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Advertising: The Means Not The End
Fato (tanto lá na gringolândia como aqui no Brasil):
“Advertising has evolved into a business driven by megalomaniacs who know a lot about making money but little or nothing about making advertising. In some respects it’s also being driven by “creatives,” who have it wrong to the opposite extreme. They believe the ad or commercial is everything and that winning awards is something. They’ve lost sight of the fact that advertising, in and of itself, isn’t anything. Advertising’s sole purpose is to be the cause of something else. To cause a sales increase. To cause a shift in perception. To cause the creation of an edifice of imagery that allows a product or service to be something. But advertising itself is nothing. Nothing but a means to an end. Only fools believe the the means is as important or significant as the end.”
Ed McCabe no livro Mad Ave
Planejamento Toma Lá Dá Cá
Texto que escrevi para o Unplanned sobre um dos ensaios da série “Future of Planning” da revista Admap.
Dá uma olhada lá – Planejamento Toma Lá Dá Cá.
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Ambush Marketing e as Olimpíadas
Uma das grandes campanhas de marketing das Olimpíadas de 2012 não veio de um patrocinador oficial. Não estou falando da memorável campanha da Nike “Find your Greatness”. Estou falando daquela marca de fones de ouvido, assinada pelo Dr. Dre, chamada Beats. Esses caras merecem um prêmio de “ambush marketing”.
Os caras simplesmente customizaram vários fones com as cores de cada país e ofereceram de presente para diversos atletas. Pronto. O resultado pode ser visto nas TVs do mundo inteiro. Tenho certeza que você já viu.
“Existe uma diferença entre alguém que usa o equipamento com um logotipo e alguém promover a marca”. Foi isso que o COI alegou para permitir essa ação.
O mais legal dessa história é que os atletas não se sentem parte de uma campanha de marketing. Eles apenas estão usando o produto porque gostam. E essa é a impressão que o grande público tem do produto também. Uma abordagem mais espontânea e que gera credibilidade verdadeira para o produto.
O melhor marketing é aquele que não se parece como marketing.
Imagem: Tom Fishburne
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